Apae acolheu mais de 275 mil pessoas em 2021 com atendimentos transversais

Fundada em 1968, a Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apae) Salvador desenvolve um trabalho junto a crianças e adolescentes com diversos tipos de deficiência intelectual, motora ou auditiva da capital baiana. Um dos poucos locais do município com esse tipo de atendimento especializado, a instituição é referência na realização do teste do pezinho para nascidos vivos em unidades de saúde mantidas tanto pela gestão estadual quanto municipal. No raio de atuação, somente no ano passado, 275.614 pessoas passaram pelos quatro núcleos da associação em diferentes locais de Salvador. Um quantitativo formado por pacientes e educandos que tiveram ao seu dispor não só o atendimento com equipes multidisciplinares como também o acolhimento de familiares, responsáveis por acompanhar as crianças e adolescentes. A APAE no entanto, alega que passa, assim como outras da área da saúde, uma dificuldade na manutenção dos serviços (relembre aqui) – a maior parte deles por dependerem de profissionais específicos e terem um alto custo. "Tentamos contratar, mas a gente não está achando no mercado. Não só a APAE Salvador está passando por isso. A área médica está muito difícil. O que a gente tenta é ampliar. Nós somos de assistente social, educação e saúde, atendemos transversalmente", afirmou a superintendente Ângela Ventura. Confira a entrevista completa.Fonte: Bahia Notícias

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