Prefeitura apresenta plano de bairros para a Península Itapagipana

Documento está disponível para o público

O Plano de Bairros de Itapagipe foi apresentado pela prefeitura, nesta segunda-feira (28). O documento estabelece as diretrizes para o desenvolvimento econômico dos 14 bairros da região e possibilita a elaboração de políticas públicas específicas. A apresentação aconteceu durante a inauguração do novo Centro Municipal de Educação Infantil Eloyna Barradas, na Ribeira.

O Plano de Bairros é um dos instrumentos previstos no Plano Diretor (PDDU – Lei 9.069/2016) para promover o desenvolvimento urbano de Salvador e foi elaborado através de uma parceria entre a prefeitura e as comunidades. As discussões começaram em junho de 2020, a partir de encontros e reuniões virtuais e presenciais.

São 243 propostas sistematizadas em seis grandes temas: Projetos Estruturantes, Cultura, Habitação, Meio Ambiente, Saneamento, e Mobilidade e Acessibilidade. Segundo o prefeito Bruno Reis, o objetivo é o desenvolvimento integrado e sustentável dos 14 bairros que compõem a região.

“São ações, planos e metas para intervenções, no sentido de desenvolver a Península Itapagipana. Queremos tornar a região um forte polo turístico, em especial apreciando o roteiro do turismo religioso na capital baiana. Além disso, temos muitas ideias para mudar a matriz econômica de Salvador, combatendo as desigualdades, fazendo justiça social, com a exploração responsável da Baía de Todos-os-Santos”, explicou Bruno Reis.

O documento reúne informações sobre o território de 7,2 km² e que abriga 164 mil habitantes nas seguintes localidades: Santa Luzia, Calçada, Mares, Uruguai, Massaranduba, Jardim Cruzeiro/Vila Ruy Barbosa, Caminho de Areia, Roma, Boa Viagem, Monte Serrat, Bonfim, Mangueira, Ribeira e Lobato.

A ação faz parte das celebrações pelo aniversário de 473 anos de Salvador. A presidente da Fundação Mário Leal Ferreira (FMLF), Tânia Scofield, contou que o plano vai permitir a elaboração de políticas públicas concretas para as comunidades e democratizar o acesso à informação.

“É preciso tornar público e dar acesso ao registro dessa experiência possibilitando a todos a compreensão de aspectos fundamentais da realidade urbana local, desde o patrimônio construído, a ocupação dos antigos alagados, e as questões ambientais e sociais”, afirmou.

A publicação está disponível em versão impressa na Biblioteca da FMLF, que funciona de segunda a sexta-feira, das 9h às 17h, no prédio da própria Fundação, no Edifício Roosevelt, no Comércio, e as consultas devem ser agendadas pelo mail [email protected] A versão on-line pode ser acessada no portal da Fundação ou através de QR Code.

Fonte: Correio 24hs

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